Vamos conhecer mais do autor Alex Silva
Vamos conhecer um pouco mais do autor Alex Silva?
1. Como essa história começou a se formar dentro de você?
R: A história começou a formar dentro de mim ainda na graduação, com a necessidade de identificar as dificuldades que os estudantes com transtorno do espectro autista encontra no ambiente escolar e a partir disso, encontrar mecanismos de ajudá-los no contexto educacional e social.
2. Teve alguma inspiração real (uma pessoa, sentimento ou vivência) por trás do livro?
R: Sentimento de pertencimento social, de equidade e visibilidade social para as dificuldades enfrentadas por autistas nos ambientes sociais e educacionais.
3. Qual emoção guiou a escrita dessa obra do início ao fim?
R: Esperança , dar visibilidade para as dificuldades e compreender as necessidades da criança no espectro autista, guiou-me a escrever e divulgar esse conteúdo.
4. Em que momento você percebeu que essa história precisava ser contada?
R: A falta de conhecimento por meio da sociedade e a necessidade dos apoios profissionais que esses alunos/crianças precisam ter, após o diagnóstico!
5. O que esse livro diz sobre você como autor(a)?
R: Diz sobre Consciência , ser pessoas conscientes e informados torna o mundo acessível e melhor para aqueles que necessitam de apoio e ajuda tanto no contexto social, quanto no educacional.
6. Se essa história tivesse uma palavra-chave, qual seria?
R: Inclusão , pois, estar inserido não significa estar incluso.
7. Que tipo de leitor você imagina segurando esse livro nas mãos?
R: Famílias que possuem crianças com transtorno do espectro autista e toda sociedade que precisa conhecer mais sobre o autismo.
8. O que você mais espera que o leitor leve dessa leitura?
R: Consciência e revolução, exigir apoio por parte de gestores públicos , gerando infraestruturas adequadas e profissionais capacitados para lidar com nossas crianças autistas e o apoio a famílias atípicas.
9. Como foi o processo criativo: mais intuitivo ou planejado?
R: O processo foi planejado, criado com apoio de mestres geneticistas da graduação
10. Qual trecho do livro você sente que carrega sua essência?
R: Sim, Incluir é valorizar cada pessoa em sua diferença, com o mesmo direito de ser e pertencer.
11. Como você gostaria que esse livro fosse lembrado pelos leitores?
R: A visibidade social que o Transtorno do espectro autista precisa, a sensibilidade de ter conhecimento para compreender e ajudar.
12. O que a escrita representa pra você hoje?
R: Transformação.
13. Que conselho você daria a alguém que sonha em publicar um livro?
R: Coragem, pois, o mundo precisa que conhecimentos sejam disseminados e não guardados!
14. Quais livros ou autores mais influenciaram sua escrita?
R: Mentes inquietas- Ana Beatriz
R: A história começou a formar dentro de mim ainda na graduação, com a necessidade de identificar as dificuldades que os estudantes com transtorno do espectro autista encontra no ambiente escolar e a partir disso, encontrar mecanismos de ajudá-los no contexto educacional e social.
2. Teve alguma inspiração real (uma pessoa, sentimento ou vivência) por trás do livro?
R: Sentimento de pertencimento social, de equidade e visibilidade social para as dificuldades enfrentadas por autistas nos ambientes sociais e educacionais.
3. Qual emoção guiou a escrita dessa obra do início ao fim?
R: Esperança , dar visibilidade para as dificuldades e compreender as necessidades da criança no espectro autista, guiou-me a escrever e divulgar esse conteúdo.
4. Em que momento você percebeu que essa história precisava ser contada?
R: A falta de conhecimento por meio da sociedade e a necessidade dos apoios profissionais que esses alunos/crianças precisam ter, após o diagnóstico!
5. O que esse livro diz sobre você como autor(a)?
R: Diz sobre Consciência , ser pessoas conscientes e informados torna o mundo acessível e melhor para aqueles que necessitam de apoio e ajuda tanto no contexto social, quanto no educacional.
6. Se essa história tivesse uma palavra-chave, qual seria?
R: Inclusão , pois, estar inserido não significa estar incluso.
7. Que tipo de leitor você imagina segurando esse livro nas mãos?
R: Famílias que possuem crianças com transtorno do espectro autista e toda sociedade que precisa conhecer mais sobre o autismo.
8. O que você mais espera que o leitor leve dessa leitura?
R: Consciência e revolução, exigir apoio por parte de gestores públicos , gerando infraestruturas adequadas e profissionais capacitados para lidar com nossas crianças autistas e o apoio a famílias atípicas.
9. Como foi o processo criativo: mais intuitivo ou planejado?
R: O processo foi planejado, criado com apoio de mestres geneticistas da graduação
10. Qual trecho do livro você sente que carrega sua essência?
R: Sim, Incluir é valorizar cada pessoa em sua diferença, com o mesmo direito de ser e pertencer.
11. Como você gostaria que esse livro fosse lembrado pelos leitores?
R: A visibidade social que o Transtorno do espectro autista precisa, a sensibilidade de ter conhecimento para compreender e ajudar.
12. O que a escrita representa pra você hoje?
R: Transformação.
13. Que conselho você daria a alguém que sonha em publicar um livro?
R: Coragem, pois, o mundo precisa que conhecimentos sejam disseminados e não guardados!
14. Quais livros ou autores mais influenciaram sua escrita?
R: Mentes inquietas- Ana Beatriz
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